Google

sábado, 17 de novembro de 2007

Fabuloso e encantado mundo das idéias.

Se é possível no mundo das idéias, estou vivendo.
O universo pensamental é alucinógeno e viciante como toda droga que se preze.
No mundo das idéias é o homem quem determina quando o sexo acontece, escola é algo opcional onde só se vai para desfilar roupas novas, arte e cultura se consome enlatado e tentar limitar uma idéia é dar início a uma revolução.
Revolução? Pensamento e revolução, que perfeição de palavras.
Escreveria 1000 vezes pensamento e revolução e ainda assim este texto teria sentido, teria acendido o estopim para 1000 novas idéias.
Como ficar parado diante de algo que te coloca palavras na boca, te treme as mãos e some com a concentração concentrada.
O pensamento é como uma pintura em um quadro que se move, é impossível narrá-lo dado que ele foge de você. E assim como qualquer idiota pode pintar um quadro mas apenas um gênio pode vendê-lo, assim é com o pensamento, afinal todos temos a caixinha em forma de noz pensante, mas poucos conseguem vendê-los, arte para gênios, que colocam na boca dos outros suas palavras e na cabeça seus desejos e o fruto de suas alucinações.

Pessoa e pessoas.

O caso da interrupção consensual dos serviços da BRA me faz refletir sobre o conceito de pessoa física e jurídica.
Pessoas físicas vão para a cadeia, pessoas jurídicas no máximo vão parar na televisão.
Isso revela a fragilidade da nossa sociedade que tem os rumos ditados por pessoas sem corpos.
Para o governo pessoa é apenas uma referência ao conceito de contribuinte.
A impunidade das empresas leva muitas pessoas físicas a se esconder atrás de um CNPJ.
Se você acidentalmente atropela alguém no trânsito vai para a cadeia, se uma empresa constrói um edifício com material vagabundo que depois cai, ou então polui um rio exterminando toda a vida ali existente ou então deixa cair um avião matando 200 pessoas por negligência na manutenção da aeronave, ela paga indenizações e fica livre.
Homens colocam dois galos para brigar e são presos, empresas jogam milhões de toneladas de lixo reciclável, tóxico ou de qualquer natureza nos rios e quando muito pagam uma multa, o que depende do valor hora dos seus advogados.
No filme Clube da Luta há uma referência clara às seguradoras, que só investem em prevenção de acidentes fatais quando o custo das indenizações superam em muito os custos da prevenção.
E você, está escondido atrás de alguma sociedade anônima? V ai dizer que financia quem destrói o único planeta que você tem para viver?
Claro que não vou deixar de tomar Coca-Cola porque ela possui mais de 300 mil veículos movidos à diesel que atiram gases tóxicos em meus pulmões, mas impossível não me revoltar.
Revolta que dura até que Pica-pau mostre como era o homem das cavernas. A vontade de não voltar às cavernas supera a angústia de ser asfixiado em um mundo onde o oxigênio e a água ainda são gratuitos.
Hora das pessoas jurídicas ganharem digitais, DNA e quem sabe um rostinho mais humano.

Algo bonito de se ler insignificante.

De repente é como se toda palavra tivesse que ser comentada, os significados às palavras atribuídos não bastam.
Eu não me basto e na procura de algo bonito de ser lido me deparo com minha instabilidade irracional.
Nunca quis ser racional, nunca quis ser o que desejei, não defino completamente meu ser. Tropego, azarado e falastrão ou quem sabe tímido, incrédulo e perdido.
Queria uma palavra bonita, apenas uma, queria esta palavra ecoando no vazio do meu sentir.
Algo que pudesse ser lido, algo que pudesse ser deveras admirado. Algo indigno desse seu olhar de deprezo, que seca as flores que decoram o jardim das minhas idéias, regado com ilusões e onde você cospe seu olhar enjoado.
Que estas plantas irracionais e celenteradas continuem a brotar.
E que seu olhar não se jogue sobre as águas, porque é lá que estarei.
Mas não me procure, sou um peixe destronado, de minhas ambições, paixões e nunca corrigido.
Deixo agora Sol ecoar e este gosto agridoce em minha garganta, saliveio em minhas plantas, para que cresçam e sejam pisoteadas por este seu inexplicável e desprezível olhar.
O insignificante se torna então bonito de se ler e quase inteligível.

Minhas sinceras e não tão honestas palavras

O grande mal encontrado nas palavras do meu blog é a mistura de opinião com notícia, o que é um crime! Claro que devemos ter opiniões, mas os limites merecem respeito.
Não há como medir até onde vão suas palavras e no meu caso quero que sejam levadas como pólen minhas idéias.
Dê às suas idéias força para obter o impacto de uma bomba nuclear ( se estas palavras são realmente de risco vou visitar uma visitas novas ).
Não acredite em tudo que lê e nem mesmo no que vê.
E o dia mais infeliz de minha vida foi o dia em que fui alfabetizado.

Lembra do Clinton?

Fico pensando se Bill Clinton foi realmente derrubado por um blowjob ( entenda-se boquete ) ou por um blastjob ( entenda-se explosão, armação ou rasgação ).
Afinal alguém duvida do por quê os homens buscam o poder?
Ora bolas, por sexo!
Poder, mulheres, dinheiro e mulheres andam juntos e no universo masculino quem não está na mesma trilha que eles, certamente está com um mapa na mão ou procurando um.
Que a sociedade seja hipócrita e despreze o impacto diante do fato é aceitável, mas como ninguém ligou o caso ao acordo de paz que seria assinado entre Israel e Palestina na mesma semana em que o escândalo foi alardeado pela mídia.
O que poderia abalar a imagem de um presidente agigantado, responsável por fazer o mundo voltar a crescer economicamente?
O que é capaz de destruir uma imagem endeusada entre os homens? Um escândalo moral é óbvio.
Nada como uma polêmica envolvendo sexo e traição para mostrar que alguém é realmente humano.
Diante dos convervadores extremistas Arafat e Rábin, o herége Clinton não era mais digno, para promover valores de paz.
E estava assim defendido o interesse daqueles que nunca desejaram um acordo de paz entre estes povos. E cá para nós, não há palavras e papéis que apaguem as marcas de sangue.
Assisti uma entrevista do Clinton concedida na semana destes episódios e isso me fez reavivar o assunto! Na entrevista todos perguntavam da Lewinski e somente deste assunto, como se ali estivesse o desejo de abrir as vísceras do pecador e lhe arrancar os segredos de alcôva. Não, não houve uma pergunta sobre o acordo de paz.
É instintivo o derretimento dos homens diante de um rabo de saia, é instintiva a pseudo moralidade plantada na cabeça de nós humanos.

Quem roubou meu cocô?

Por uma atitude mais digna diante do produto manufaturado da sua maquininha de fazer merda. Queria apresentar aqui uma bosta de um vegetariano, dizem que é mais vistosa, atraente para os olhos e que tem perfume, isso mesmo, perfume assim como aqueles de vidrinho que dependendo o nome de quem está escrito custa caro a valer! Mas não encontrei ninguém disposto a me mostrar o retrato das merdas que faz. Eu que não abro mão dos prazeres da carne para cagar diferente, apenas por um cocô chique.

Minha Mãe gritou muito comigo para me convencer que o lápis era "berge" e não cor de bosta como carinhosamente me referia ao lápis. E Mãe ...
O sujeito está no ônibus ou no restaurante e diz "que bosta" e todos os olhares se voltam para ele, como se ali mesmo ele estivesse com as calças arriadas pronto para cagar.
É certo que o ser humano tem nojo e é o único animal sobre o planeta Terra que tem nojo do que sai de dentro de si mesmo. Até mesmo das palavras e sentimentos, não preciso incluir aqui as fezes, vômitos, se bem que o vômito é melhor aceito e há até quem se gabe por ter "se vomitado todo" após uma bebedeira.
Isso mesmo, você acaba de caga e olha para o vaso sanitário colorido! Não, não se envergonhe disso! Isso é auto-estudo! Não oferece o mesmo prazer da masturbação, mas traz a satisfação de ver que o mais humano dos atos você faz direito.
Algo como diga me o que cagas e te direi quem és.
Nada de diga-me o que cagas e zombarei de você!
Uni-vos pela liberdade de falar sobre a merda que desejar, na hora em que a vontade bater.
E eu que desejava escrever histórias de viagens como Júlio Verne, agora repudio o velhote que viajou por 80 dias com uma rapariga e seu belo par de coxas e não nos ofereceu uma linha de sexo! Não dedicou um parágrafo para a troca de fluídos que dá origem aos humanos e prazeres.
Ah! Como é bom escrever qualquer merda. Porque verdadeiramente tudo acaba em bosta e estamos sempre na merda.
E atendendo a pedidos ... vou cagar!

 
BlogBlogs.Com.Br